segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Como é que nós nascemos?


D*: Mamã, há uma coisa que eu quero saber... como é que nós nascemos?

(Bonito serviço... se eu já lhe expliquei a história das sementinhas... deve querer mais informação... e parece-me cedo demais para isso... o melhor é empatar um bocadinho...)

Eu: A mamã logo te explica depois, com o teu livro...

D*: Não! Não é isso... isso eu já sei... eu quero saber é como é que nós nascemos da lua? Nós estamos morrados (mortos), não é? Estamos na lua. Como é que nós nascemos na Terra?

Como quem morre vai para o céu... ele entende que isso é o mesmo que dizer que quem morre vai para a lua (está no céu ou não está?)
Ainda bem que eu não avancei com mais explicações, que afinal não era nada disso!

Enquanto eu continuo a pensar como descalçar a bota, ele continua...

D*: É que eu já sei como apareceu a Terra... aquela história dos vulcões que explodiram e depois as pecinhas que se encaixaram todas, como num puzzle... mas como é que nós aparecemos?

Que imagem fantástica, não sei onde ele a foi buscar!

Ora cá vai... vou explicar da forma mais correta (e simples) que conseguir...

Eu: Então foi assim: depois de a Terra arrefecer apareceram umas poças de água e aí apareceram umas bactérias, que são muito pequeninas. Depois elas foram crescendo e foram evoluindo durante muitos anos até que se transformaram em peixes. Mais tarde apareceram pernas nos peixes e eles saíram da água e transformaram-se numa espécie de lagartos...

D*: Isso eu já vi no "Corpo do Mano" [entenda-se "Era uma Vez o Corpo Humano", mas ele estava a confundir com o "Era uma vez a Terra", mas isso agora não interessa nada...]

Eu: Isso! Depois os lagartos transformaram-se em animais mais parecidos connosco, como os macacos, e depois aparecemos nós. Entretanto as pessoas foram tendo filhos, foram-se multiplicando e agora somos muitos!

D*: Ah! Já percebi... quer dizer que os adultos saíram da água primeiro que as crianças! É isso?

Gargalhada geral! Coisa que ele detesta... não gozem comigo!!!

Eu: Não é bem isso, mas a mamã é que não consegue explicar-te de uma maneira mais simples. Tu tens cinco anos e já sabes muitas coisas... fazes perguntas muito inteligentes! Quando fores mais crescido vais perceber tudo...

:-)

sábado, 29 de agosto de 2015

Esticar o esqueleto...

Hoje fui pela primeira vez a um (uma) osteopata.

Fui esticada e torcida como se não houvesse amanhã... é até estalar os ossinhos! (meeeeedo...)

Sai de lá, seguramente, com uns centímetros a mais, e com umas boas dicas de exercícios para fortalecer a musculatura dorsal.

Estou um bocadinho dorida, mas é normal. Só vos digo que gostei e vou repetir (já marquei para daqui a um mês)

O nosso esqueleto faz um trabalho formidável a carregar connosco uma vida inteira... temos a obrigação de lhe fazer uma manutençãozinha de vez em quando!

Aqui fica a dica...

Hoje

“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.”

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Perdi a paciência!

... e não ganhei nada com isso.

Tou fartinha de não conseguir carregar imagens no blogue.

Aposto que até vocês já estão a achar falta... ;-)

Alguém tem uma dica?

Heeeeelp!





segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Yeahhh!

Quem é sortuda, quem é?
Eu!

A carta da ANSR era para me notificar que fui condenada a um mês sem carta, mas com pena suspensa por 180 dias.

Eu para com os meus botões:
Não te ponhas fina, não, que logo vês onde vais parar...

domingo, 23 de agosto de 2015

Meeedo...

Já estamos de volta.

No correio tinha um aviso para levantar uma carta registada da ANSR (Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária)...

Será para ir entregar a carta de condução por causa das multas passadas? Ai...

Será OUTRA multa?!?! Ai, Ai, Ai!


terça-feira, 18 de agosto de 2015

Sonâmbula?

Quando estávamos no parque de campismo, numa das noites apanhei um susto daqueles!

A I* literalmente saltou do beliche de cima, com um estrondo imenso. De início pensei que tinha caído, mas ela aterrou em pé e estava bem.
A seguir aproximou-se da porta da caravana e fazia-me sinal para a abrir... isso é que ela me arregalava os olhos com impaciência, mas não dizia uma palavra. Pena que não tenho foto daquela cara... estava impagável! Que vontade de rir...
Lá a convenci que não podíamos abrir a porta porque fazíamos muito barulho e íamos acordar toda a gente. Desistiu.
Como ela estava toda suada, mandei-a sentar e tirei-lhe a camisola. Obediente, deixou tirar e a seguir deu-me um abraço e sorriu-me. Levei-a de novo para a cama e enquanto a ajeitava ela continuava a sorrir. ..
(pensei eu: já percebeu que estava a parvejar e está a achar graça...)

No dia seguinte, ao acordar:

I*: Mamã! Porque é que eu estou sem camisola?!??!

Meedo... ela não se lembra de nadinha!

Já não é o primeiro episódio assim meio esquisito... pelo sim, pelo não, o melhor mesmo é, à noite, não ter a chave de casa na porta!!!


segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Férias de Verão 2015 - Dias #10 a #13

Começo por explicar que tenho alguns cuidados em não expor demasiado a vida dos meus familiares neste blogue, por isso na maior parte das vezes não refiro quem estava presente em cada momento.

Continuando nessa onda... alguém próximo realizou o sonho de comprar uma carrinha que transformou em autocaravana (carinhosamente tratada por "caravinha"). Os miúdos andavam entusiasmadíssimos com a ideia de a experimentar (e eu também!), por isso decidimos passar dois dias num parque de campismo. Escolhemos o de Monte Gordo, não pelas infraestruturas (é muito antigo e nem tem piscina) mas pela proximidade da praia.

Algarvios a fazerem turismo no algarve, em Agosto!!!! Ah! Ah! Ah!

Dia #10
Arrumar tralhas na caravinha e ir para o parque de campismo.
Levámos o dia nisto... só lá chegámos às seis da tarde!
Depois do jantar fomos até à praia para um café e um gelado com os pezinhos na areia...
Ui! que bom...

Dias #11 e #12
As manhãs foram passadas na praia. O problema é que havia montes de alforrecas! Explicámos aos miúdos para não lhes tocarem e foi um stress o tempo todo porque eles ficavam histéricos cada vez que viam alguma...
Pelo lado positivo, a água estava bem quentinha...
As tardes foram passadas no parque de campismo e arredores, a jogar, a andar de bicicleta ou a passear. Muito bom!

Dia #13
Regressados do parque de campismo era hora de arrumar tralhas para mudar para a casa dos avós no Alentejo (semana e meia em cada lado)
Saímos depois de um belíssimo almoço em família no nosso restaurante de eleição.