No outro dia (post anterior) enquanto tentava fazer o jantar estava a explicar ao D* que uma das formas de darmos dinheiro às pessoas é através de chamada telefónica.
Eu: Fazemos isso depois porque eu agora não me lembro do número.
D*: Eu sei a solução!
Eu: Sabes?
D*: Sim! É uma palavra começada por "B"...
Eu: Por "B"?!?
D*: Sim!!! ... Besquisar!
(o que ele pretendia dizer, e eu corrigi, é "Pesquisar", na internet)
:-)
O meu espaço na blogosfera...
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quarta-feira, 21 de junho de 2017
quarta-feira, 13 de julho de 2016
O caneco
Durante o jogo da final:
Eu: É desta que vamos trazer o caneco para casa!
D*: Trazer o quê?
Eu: O caneco, é a taça!
D*: Para nossa casa porquê? Nós não somos do futebol...
Eu: Não é para nossa casa, é para Portugal. É desta que Portugal vai ganhar a taça!
Está visto que falar em sentido figurado não é compatível com crianças de 6 anos...
terça-feira, 12 de julho de 2016
Palavrões
Voltando ao futebol... (tenham lá paciência que isto é só de anos a anos!)
Ora então, acho que não é novidade que ao ver jogos de futebol, a dada altura, o entusiasmo nos faz ferver o sangue e lá sai um palavrão ou outro
(obviamente, quem os diz, que há quem não diga em circunstância alguma).
Está visto que não é bem o meu caso... não é coisa que me orgulhe, mas é o que é (e não é nada por aí além, não se preocupem).
Dizia-me ela ontem à noite:
I*: Mamã, durante o jogo tu disseste uns palavrões!
(Meeeedo)
Eu: Disse? O que é que eu disse? Começava por que letra?
I*: Por M.
D*: Aquele que começa por M e acaba em A e tem um E e um R pelo meio?
I*: Sim! E disseste muitas vezes!
(Ufa...)
D*: Pois... fiz mal.
![]() |
| http://desporto.sapo.pt/multimedia/fotos/cartoon-euro-2016/ |
(obviamente, quem os diz, que há quem não diga em circunstância alguma).
Está visto que não é bem o meu caso... não é coisa que me orgulhe, mas é o que é (e não é nada por aí além, não se preocupem).
Dizia-me ela ontem à noite:
I*: Mamã, durante o jogo tu disseste uns palavrões!
(Meeeedo)
Eu: Disse? O que é que eu disse? Começava por que letra?
I*: Por M.
D*: Aquele que começa por M e acaba em A e tem um E e um R pelo meio?
I*: Sim! E disseste muitas vezes!
(Ufa...)
D*: Pois... fiz mal.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Joanete onde?!?!
terça-feira, 12 de abril de 2016
Que bem que sabe... e vai daí...
Continuando com as coisas doces que o meu filho me diz:
D*: Mamã, és a mais fofa do mundo! Olha... ainda mais fofa que a Nina!
Para quem não sabe... a Nina é a cadelinha dos avós!
Ena... tão fofa assim?!?
:-)
D*: Mamã, és a mais fofa do mundo! Olha... ainda mais fofa que a Nina!
Para quem não sabe... a Nina é a cadelinha dos avós!
Ena... tão fofa assim?!?
:-)
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Como tornar uma adivinha numa anedota?
Assim:
No outro dia a I* contou esta (linda) adivinha:
I*: A mãe da Maria tem cinco filhas: a Pata, a Peta, a Pita, a Pota... e como é que se chama a outra?
Os distraídos pensam logo numa asneira... mas na verdade a resposta é Maria.
Claro está que o D* não percebeu patavina, mas se há coisa que ele gosta é de inventar (literalmente) adivinhas, tirando uma daqui outra dali... vejam só o resultado:
D*: Eram quatro passarinhos: o piritipi, o patiti e o tati. Como é que se chamava o outro?
(não é preciso muito para adivinhar...)
D*: Maria!!!
:-)
No outro dia a I* contou esta (linda) adivinha:
I*: A mãe da Maria tem cinco filhas: a Pata, a Peta, a Pita, a Pota... e como é que se chama a outra?
Os distraídos pensam logo numa asneira... mas na verdade a resposta é Maria.
Claro está que o D* não percebeu patavina, mas se há coisa que ele gosta é de inventar (literalmente) adivinhas, tirando uma daqui outra dali... vejam só o resultado:
D*: Eram quatro passarinhos: o piritipi, o patiti e o tati. Como é que se chamava o outro?
(não é preciso muito para adivinhar...)
D*: Maria!!!
:-)
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Linguagem de ginasta
A I* continua a gostar da ginástica acrobática e acabou de mudar para o nível 2.
Eu gosto um bocadinho menos, porque tenho medo que ela se aleije e fico em apneia quando a vejo a fazer os exercícios... ainda por cima chega a casa com os ombros todos pisados (literalmente!) - como já devem ter percebido ela é base. O problema é que a volante é pouco mais pequena do que ela...
No que diz respeito à linguagem, até já sei umas coisinhas, até porque a minha amiga/ comadre/ colega M* fez ginástica acrobática a sério. OK, confesso... na verdade sei muito pouco... se não, vejam só a conversa que tivemos ontem:
I*: Sabes que o nível 2 é muito difícil? Não sei se vou conseguir fazer o salto de mãos...
Eu: O que é o salto de mãos?
I*: Então... é a aranha só que blá, blá, blá (não me lembro do resto)
Eu: O que é a aranha?
I*: A aranha é como o pino-ponte só que blá, blá, blá (não me lembro do resto)
Eu: O que é isso do pino-ponte?
Sabem o que eu percebi? Patavina...
Talvez seja melhor assim.
Eu gosto um bocadinho menos, porque tenho medo que ela se aleije e fico em apneia quando a vejo a fazer os exercícios... ainda por cima chega a casa com os ombros todos pisados (literalmente!) - como já devem ter percebido ela é base. O problema é que a volante é pouco mais pequena do que ela...
No que diz respeito à linguagem, até já sei umas coisinhas, até porque a minha amiga/ comadre/ colega M* fez ginástica acrobática a sério. OK, confesso... na verdade sei muito pouco... se não, vejam só a conversa que tivemos ontem:
I*: Sabes que o nível 2 é muito difícil? Não sei se vou conseguir fazer o salto de mãos...
Eu: O que é o salto de mãos?
I*: Então... é a aranha só que blá, blá, blá (não me lembro do resto)
Eu: O que é a aranha?
I*: A aranha é como o pino-ponte só que blá, blá, blá (não me lembro do resto)
Eu: O que é isso do pino-ponte?
Sabem o que eu percebi? Patavina...
Talvez seja melhor assim.
domingo, 31 de janeiro de 2016
Elogio?!?
Aqui vai mais uma das declarações de "amor" do meu filho:
D*: Mamã, és fofa como uma chouriça!
Oi?
Nota: Ele gosta de chouriça... mas apesar disso ainda não decidi se classifico esta declaração como elogio! ;-)
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Pontuações
Hoje ao jantar o D* decidiu atribuir pontuações à comida...
D*: Quem fez a sopa?
Eu: Foi o papá, como sempre...
D*: OK. O papá tem metade! Quando eu provar o resto depois digo quanto é que a mamã teve.
[Entretanto prova o segundo prato: massa no forno com salsichas de soja e brócolos]
D*: A mamã... a massa tem inteiro, as salsichas têm 100 e os brócolos têm 10. É um milhão e cem e dez!!!
Pai: Não, não!!! Eu é que tenho um milhão!
D*: Não! Tu só tens 10. A mamã é que tem um milhão!!! Não... não é um milhão, é um pilhão!!!
Ena, tanto!
:-)
D*: Quem fez a sopa?
Eu: Foi o papá, como sempre...
D*: OK. O papá tem metade! Quando eu provar o resto depois digo quanto é que a mamã teve.
[Entretanto prova o segundo prato: massa no forno com salsichas de soja e brócolos]
D*: A mamã... a massa tem inteiro, as salsichas têm 100 e os brócolos têm 10. É um milhão e cem e dez!!!
Pai: Não, não!!! Eu é que tenho um milhão!
D*: Não! Tu só tens 10. A mamã é que tem um milhão!!! Não... não é um milhão, é um pilhão!!!
Ena, tanto!
:-)
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Idiota
Hoje foram os dois a uma aula de ginástica (o D* vai iniciar-se nas atividades extra e a I* está prestes a mudar de ramo!)
Vinham todos entusiasmados, mas o D* tinha uma queixa:
D*: Mamã, há lá um menino que é um idiota!
Eu: D*... isso não se diz. O que é que o menino fez?
D*: Fazia tudo mal, portava-se mal, só disparates!
Eu: Se calhar ainda não sabe fazer as coisas...
I*: Não, mamã! Era mesmo mal-educado.
D*: Era mesmo um i-d-i-o-t-a!
I*: D*, é verdade, mas não podes dizer isso... o máximo que podes dizer é que ele era chato.
D*: OK. Ele era muuuuuito chato! O mais chato do mundo!!!
:-)
Vinham todos entusiasmados, mas o D* tinha uma queixa:
D*: Mamã, há lá um menino que é um idiota!
Eu: D*... isso não se diz. O que é que o menino fez?
D*: Fazia tudo mal, portava-se mal, só disparates!
Eu: Se calhar ainda não sabe fazer as coisas...
I*: Não, mamã! Era mesmo mal-educado.
D*: Era mesmo um i-d-i-o-t-a!
I*: D*, é verdade, mas não podes dizer isso... o máximo que podes dizer é que ele era chato.
D*: OK. Ele era muuuuuito chato! O mais chato do mundo!!!
:-)
terça-feira, 29 de setembro de 2015
O coração fica triste
Vamos lá aqui repor a verdade... de vez em quando ele tem queixas de outros meninos lhe terem batido. Ontem foi a Lu* (creio que pela primeira vez... felizmente não tem nenhum menino na sala daqueles que levam a vida a fazer mal a toda a gente)
Assim que cheguei para o ir buscar, foi a correr buscar a Lu* pelo bibe para me vir dizer que ela lhe tinha batido, para eu ralhar com ela...
É nesta parte que entra o facto de eu ser filha da minha mãe (não sei se conseguem perceber, mas a minha irmã entende-me na perfeição!).
Como a miúda vinha toda envergonhada, fiquei cheia de pena dela...
Eu: D*, não faças isso. Não envergonhes a Lu*. Ela não volta a fazer isso, pois não, Lu*?
No caminho para casa, dizia-me ele:
D*: Mamã, hoje não convido a Lu* para a minha festa! [só vai fazer anos em março, mas não há como planear com antecedência...]
Eu: Tens que a desculpar... [novamente, a minha mãe no seu melhor...]
Eu: Se tu tivesses batido noutro menino e depois te arrependesses não gostavas que ele te desculpasse?
D* (acenou que sim com a cabeça)
Eu: É importante saber perdoar. Se não perdoarmos e ficarmos zangados o nosso coração fica triste...
D*: Eu perdoo. Mas, e se mesmo assim eu não a convidar para a festa, o meu coração também fica triste?
Eu: O que é que tu achas?
D* (pensativo)
D*: Sim, fica! OK... eu convido-a para a minha festa.
Tou orgulhosa do meu menino!
Assim que cheguei para o ir buscar, foi a correr buscar a Lu* pelo bibe para me vir dizer que ela lhe tinha batido, para eu ralhar com ela...
É nesta parte que entra o facto de eu ser filha da minha mãe (não sei se conseguem perceber, mas a minha irmã entende-me na perfeição!).
Como a miúda vinha toda envergonhada, fiquei cheia de pena dela...
Eu: D*, não faças isso. Não envergonhes a Lu*. Ela não volta a fazer isso, pois não, Lu*?
No caminho para casa, dizia-me ele:
D*: Mamã, hoje não convido a Lu* para a minha festa! [só vai fazer anos em março, mas não há como planear com antecedência...]
Eu: Tens que a desculpar... [novamente, a minha mãe no seu melhor...]
Eu: Se tu tivesses batido noutro menino e depois te arrependesses não gostavas que ele te desculpasse?
D* (acenou que sim com a cabeça)
Eu: É importante saber perdoar. Se não perdoarmos e ficarmos zangados o nosso coração fica triste...
D*: Eu perdoo. Mas, e se mesmo assim eu não a convidar para a festa, o meu coração também fica triste?
Eu: O que é que tu achas?
D* (pensativo)
D*: Sim, fica! OK... eu convido-a para a minha festa.
Tou orgulhosa do meu menino!
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Como é que nós nascemos?
D*: Mamã, há uma coisa que eu quero saber... como é que nós nascemos?
(Bonito serviço... se eu já lhe expliquei a história das sementinhas... deve querer mais informação... e parece-me cedo demais para isso... o melhor é empatar um bocadinho...)
Eu: A mamã logo te explica depois, com o teu livro...
D*: Não! Não é isso... isso eu já sei... eu quero saber é como é que nós nascemos da lua? Nós estamos morrados (mortos), não é? Estamos na lua. Como é que nós nascemos na Terra?
Como quem morre vai para o céu... ele entende que isso é o mesmo que dizer que quem morre vai para a lua (está no céu ou não está?)
Ainda bem que eu não avancei com mais explicações, que afinal não era nada disso!
Enquanto eu continuo a pensar como descalçar a bota, ele continua...
D*: É que eu já sei como apareceu a Terra... aquela história dos vulcões que explodiram e depois as pecinhas que se encaixaram todas, como num puzzle... mas como é que nós aparecemos?
Que imagem fantástica, não sei onde ele a foi buscar!
Ora cá vai... vou explicar da forma mais correta (e simples) que conseguir...
Eu: Então foi assim: depois de a Terra arrefecer apareceram umas poças de água e aí apareceram umas bactérias, que são muito pequeninas. Depois elas foram crescendo e foram evoluindo durante muitos anos até que se transformaram em peixes. Mais tarde apareceram pernas nos peixes e eles saíram da água e transformaram-se numa espécie de lagartos...
D*: Isso eu já vi no "Corpo do Mano" [entenda-se "Era uma Vez o Corpo Humano", mas ele estava a confundir com o "Era uma vez a Terra", mas isso agora não interessa nada...]
Eu: Isso! Depois os lagartos transformaram-se em animais mais parecidos connosco, como os macacos, e depois aparecemos nós. Entretanto as pessoas foram tendo filhos, foram-se multiplicando e agora somos muitos!
D*: Ah! Já percebi... quer dizer que os adultos saíram da água primeiro que as crianças! É isso?
Gargalhada geral! Coisa que ele detesta... não gozem comigo!!!
Eu: Não é bem isso, mas a mamã é que não consegue explicar-te de uma maneira mais simples. Tu tens cinco anos e já sabes muitas coisas... fazes perguntas muito inteligentes! Quando fores mais crescido vais perceber tudo...
:-)
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Chá... chá...
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Também querem!
O D* não se cala com a viagem a Madrid... obviamente que contou lá na escola às professoras e aos coleguinhas (é já amanhã...)
No outro dia, ao jantar, pedia-me ele:
D*: Mamã, achas que dá para levarmos as minhas professoras no comboio para Madrid?
Elas disserem que também querem ir!!!
Vá lá agora explicar que afinal os adultos dizem coisas mas não é para levar a sério... :-)
Que delícia ter 5 aninhos...
No outro dia, ao jantar, pedia-me ele:
D*: Mamã, achas que dá para levarmos as minhas professoras no comboio para Madrid?
Elas disserem que também querem ir!!!
Vá lá agora explicar que afinal os adultos dizem coisas mas não é para levar a sério... :-)
Que delícia ter 5 aninhos...
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Levar nas trombas
Hoje presenciei esta conversa entre o D* e o tio/ padrinho:
D*: Sabes o que o G* (melhor amigo) diz?
Diz assim: Levas nas trombas!
E eu digo também.
(conhecendo os pais do G*, não sei onde é que ele foi desencantar a expressão, mas vamos passar à frente disso...)
Tio: Mas isso é muito feio. Não se diz!
D*: Mas eu nem sei o que é "trombas"!
(o tio apressou-se a esclarecer...)
Tio: Trombas é a nossa cara.
Ah! Ah! Ah! Fala por ti!
(eu rebolei-me a rir...)
D*: Sabes o que o G* (melhor amigo) diz?
![]() |
| (imagem retirada da internet) |
E eu digo também.
(conhecendo os pais do G*, não sei onde é que ele foi desencantar a expressão, mas vamos passar à frente disso...)
Tio: Mas isso é muito feio. Não se diz!
D*: Mas eu nem sei o que é "trombas"!
(o tio apressou-se a esclarecer...)
Tio: Trombas é a nossa cara.
Ah! Ah! Ah! Fala por ti!
(eu rebolei-me a rir...)
sábado, 16 de maio de 2015
Sorry...
![]() |
| (imagem retirada da internet) |
"Sorry, it's not possible to install (blá, blá, blá)"
Vira-se ela muito ofendida:
I*: Olha p'ra isto! Não instala o jogo e ainda quer que eu sorria!!!
:-)
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Vai à tua vida!
![]() |
| (imagem retirada da internet) |
Ele, como habitual só queria andar atrás dela... (síndrome de irmão mais novo)
Às tantas, ela, já irritada:
I*: D*! Vai à tua vida!!!
(ele, suplicante, coladinho a ela...)
D*: Mas eu quero ir à tua!
domingo, 3 de maio de 2015
Botânica (ou a falta dela...)
No algarve, faço questão de ensinar aos meus filhos a reconhecer as árvores mais comuns...
(junto a uma amendoeira)
Eu: I*, sabes que árvore é esta?
I*: Hummm... é uma amendoeira!
Boa! Entretanto o D* não estava a prestar atenção...
Eu: E tu, D*? Sabes que árvore é esta?
D*: Não.
(fui buscar uma amêndoa... seca, com a casca)
Eu: Dá este fruto. É uma...
D*: Noz!
Eu: Não, é uma amêndoa. A árvore é uma amendoeira.
(entretanto aproximamo-nos de uma alfarrobeira... as alfarrobas agora ainda estão verdes...)
Eu: I*, e esta sabes?
I*: Já sei! É uma feijão-verdeira! (vamos pensar que ela estava a brincar...)
Eu: Nãaao!!!! É uma alfarrobeira.
(agora, junto a uma oliveira)
Eu: I*, e esta?
I*: Essa é uma oliveira. Não imaginas o que se aprende a ver os rótulos do azeite!
OK... suficiente.
:-)
(junto a uma amendoeira)
Eu: I*, sabes que árvore é esta?
I*: Hummm... é uma amendoeira!
Boa! Entretanto o D* não estava a prestar atenção...
Eu: E tu, D*? Sabes que árvore é esta?
D*: Não.
(fui buscar uma amêndoa... seca, com a casca)
![]() |
| (imagem retirada da internet) |
D*: Noz!
Eu: Não, é uma amêndoa. A árvore é uma amendoeira.
(entretanto aproximamo-nos de uma alfarrobeira... as alfarrobas agora ainda estão verdes...)
Eu: I*, e esta sabes?
I*: Já sei! É uma feijão-verdeira! (vamos pensar que ela estava a brincar...)
Eu: Nãaao!!!! É uma alfarrobeira.
(agora, junto a uma oliveira)
Eu: I*, e esta?
I*: Essa é uma oliveira. Não imaginas o que se aprende a ver os rótulos do azeite!
OK... suficiente.
:-)
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Roto?!?
domingo, 12 de abril de 2015
Qual período?
Já tive com a I* a conversa de como nascem os bebés, mas ainda não expliquei bem a questão do período... (ela tem 8 anos, tenho andado a adiar essa parte chata...)
No outro dia, ela viu um penso higiénico e quis saber (novamente) para que serve.
Eu, que estava à pressa, despachei-a:
Eu: Depois a mamã explica-te como deve ser, agora não tenho tempo.
I*: Mas explica lá, assim rápido...
Eu: OK... é para quando as senhoras estão com o período.
I*: Qual período?!? O primeiro, o segundo ou o terceiro? [períodos escolares]
Ah! Ah! Ah!
![]() |
| (imagem retirada da internet) |
No outro dia, ela viu um penso higiénico e quis saber (novamente) para que serve.
Eu, que estava à pressa, despachei-a:
Eu: Depois a mamã explica-te como deve ser, agora não tenho tempo.
I*: Mas explica lá, assim rápido...
Eu: OK... é para quando as senhoras estão com o período.
I*: Qual período?!? O primeiro, o segundo ou o terceiro? [períodos escolares]
Ah! Ah! Ah!
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