terça-feira, 6 de outubro de 2015

Frases memoráveis #2



War does not determine who is right - only who is left.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Fotografias #1

Vou começar a publicar algumas fotos que acho verdadeiramente extraordinárias... esta deve ser das minhas preferidas!




terça-feira, 29 de setembro de 2015

O coração fica triste

Vamos lá aqui repor a verdade... de vez em quando ele tem queixas de outros meninos lhe terem batido. Ontem foi a Lu* (creio que pela primeira vez... felizmente não tem nenhum menino na sala daqueles que levam a vida a fazer mal a toda a gente)

Assim que cheguei para o ir buscar, foi a correr buscar a Lu* pelo bibe para me vir dizer que ela lhe tinha batido, para eu ralhar com ela...

É nesta parte que entra o facto de eu ser filha da minha mãe (não sei se conseguem perceber, mas a minha irmã entende-me na perfeição!).
Como a miúda vinha toda envergonhada, fiquei cheia de pena dela...

Eu: D*, não faças isso. Não envergonhes a Lu*. Ela não volta a fazer isso, pois não, Lu*?

No caminho para casa, dizia-me ele:

D*: Mamã, hoje não convido a Lu* para a minha festa! [só vai fazer anos em março, mas não há como planear com antecedência...]

Eu: Tens que a desculpar... [novamente, a minha mãe no seu melhor...]

Eu: Se tu tivesses batido noutro menino e depois te arrependesses não gostavas que ele te desculpasse?

D* (acenou que sim com a cabeça)

Eu: É importante saber perdoar. Se não perdoarmos e ficarmos zangados o nosso coração fica triste...

D*: Eu perdoo. Mas, e se mesmo assim eu não a convidar para a festa, o meu coração também fica triste?

Eu: O que é que tu achas?

D* (pensativo)

D*: Sim, fica! OK... eu convido-a para a minha festa.

Tou orgulhosa do meu menino!

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

D*, O estratega...

Um destes dias tivemos novamente a conversa do "não bates nos outros meninos"... blá, blá, blá... não porque tenha tido queixas dele, que nunca tive... (com esta excepção)
Vocês já sabem que ele é muito querido, fofinho e doce, mas não custa prevenir (não vá eu andar com a vista toldada)...

(imagem retirada da internet)
Dizia-lhe eu:

Eu: D*, sabes que não é preciso bater...

D*: Mas... e quando os outros meninos me batem? (não costuma acontecer...)

Eu: Tens que arranjar outras soluções... (estou a guardar a parte de o ensinar a defender-se para quando/ se for necessário)

D* [pensativo]: Pois... também posso fugir...

(pausa)

D*: Olha! Faço assim: se ele for grande, fujo! Se for pequenino, bato!

Nãaaaaaao!!!!

:-)

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Não é tão prático...

Ultimamente a I* leva o tempo todo a fazer a roda (ginástica), e já está bastante perfeita...

I*: Mamã, tu sabes fazer a roda?

Eu: Não.

I*: E na minha idade sabias?

Eu: Nem perto disso...

I*: Sabes, eu quero aprender a fazer bem a roda agora que sou criança porque depois de ser adulta já não vou conseguir.

Eu: Mas mesmo os adultos, se treinarem, conseguem aprender a fazer roda.

I*: Pois, mas a partir dos trinta anos não é tão prático...

Eu: Tu estás por acaso a chamar-me velha?!?

I*: Não mamã, é só porque a partir dos trinta os ossos gastam-se! Aprendi numa publicidade do Cálcio +

:-)

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Queridices e bolachas

Hoje passámos rapidamente pelo supermercado e ela pediu-me umas bolachas wafer de chocolate.

Pensamento #1: Isso tem carradas de açúcar! Deixa cá ver o rótulo...
Pensamento #2: O que eu gostava de wafers... com a idade dela, comia às dúzias umas wafers de baunilha que só de pensar nisso me dá água na boca...

Eu: OK, traz lá as wafers... a tua sorte é que a tua mãe foi criança há tãaao pouco tempo que ainda se lembra de como gostava dessas bolachas!

I*: E a tua mãe também fazia assim contigo?

Eu: Não. A minha fazia assim por ser querida.

I*: Mais querida do que tu?

Eu: Sim. Mais querida do que eu! (gosto de "discutir" com eles a dizer que a mãe mais querida do mundo é a minha, não é a deles!)

I* (a brincar): Pooois... devias ser como a tua mãaaae... tu tratas-nos maaaal!

D*: Ohhhhh! Coitadinha... ela trata-nos tão bem!

Ele não percebeu o tom de gozo na voz dela e correu a defender-me!
Tão fofo...


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Acontecimentos trágicos

A propósito do 11 de Setembro, estava eu na conversa com o tio S*, acerca do facto de nos lembrarmos exactamente onde estávamos quando soubemos da notícia pela primeira vez...
No meu caso tenho uma meia dúzia de acontecimentos da atualidade que me recordo exatamente de onde estava e o choque que senti (o tsunami na Indonésia em 2004, a morte da princesa Diana...)

Ela ouvia atentamente...

I*: E vocês lembram-se o que tinham vestido? Sim, porque eu lembro-me o que tinha vestido quando fui ver o mano...

Eu: I*, não é a mesma coisa... eu estou a falar de acontecimentos trágicos...

I*: Sim! É disso mesmo que eu estou a falar... um acontecimento trágico! [o nascimento do mano]

Sem comentários... não sei se ria, se chore!


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Que figura a minha...

Como vocês bem sabem... eu não devo ser deste mundo... às vezes faço cada figura, que não há explicação...

Hoje foi um dia fértil...

Começo por explicar que tenho um problema de excesso de concentração... ou falta de memória... ou incapacidade para ter duas ideias no cérebro em simultâneo... não sei bem! Só sei que quando estou dedicada a um assunto esqueço-me de que tudo o resto existe. 

Hoje estava a preparar um trabalho com dois técnicos de uma empresa prestadora de serviços (com quem já trabalhei várias vezes). Pedi o número de telefone de um deles, mas ele disse que não era preciso dar porque ele tinha o meu e me dava um toque. OK... lá ficou ele agarrado ao telemóvel a procurar o meu contacto...

Enquanto isso comecei a falar com o outro sobre o trabalho.

Entretanto o telefone toca, um número que eu não conhecia... e o que é que eu faço?!?!

a) Desligo a chamada, agradeço e guardo o contacto.
b) Assusto-me com o toque, porque entretanto já me tinha esquecido que ele me estava a ligar.
c) Peço licença para atender a chamada (que entretanto desligou). Depois de me aperceber da parvoíce que fiz dá-me um ataque de riso tal, que levei uns bons minutos à gargalhada e não conseguia parar.

Quem é que acerta?